quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Natal...


O QUE SERIA O MUNDO SEM JESUS?
Não existem exageros na celebração do Natal. Celebração nenhuma pode retratar o significado do que é o nascimento do Deus homem.
O que seria a vida sem o Natal? Se Jesus não tivesse nascido, como seria a existência, como seria a vida?
1) Sem Jesus, eu não chamaria Deus de PAI:
Seríamos ignorantes sobre muitas coisas, mas principalmente sobre Deus. Não conheceríamos Deus como conhecemos hoje. Deus seria um vingador, um déspota, um ser excêntrico, um general, um tirano. Teríamos medo dele.
Estaríamos a mercê dos religiosos humanos, dos homens como nós, que se arrogariam a nos representar diante de Deus e seriamos manipulados por essas pessoas.
Sem Jesus, estaríamos na mais profunda obscuridade, na escuridão densa da ignorância.
2)    Sem Jesus, eu não saberia quem eu sou e nem o que serei:
Sem Jesus, eu não me veria como filho amado de Deus e viveria achando que preciso conquistar o favor dele por minhas obras e méritos.
Sem Jesus eu teria medo da morte, medo do futuro, medo porque morte e futuro seriam realidades desconhecidas sem ele.
3)    Sem Jesus, eu não enxergaria meu próximo:
Sem Jesus, eu não veria meu próximo como irmão, mas como inimigo. Eu não enxergaria meu próximo como ser digno, igual, e ainda viveria nas divisões por classe, sexo, cor, raça, etc.
4)    Sem Jesus, simplesmente não haveria graça no mundo:
Estaríamos sacrificando animais porque sem Jesus não acabariam os sacrifícios.
Por isso celebramos o Natal...
Se Jesus não tivesse nascido, o que seria de nós? Não sabemos... Mas, seriamos muito menores e piores do que somos.
Não se esqueça, Jesus Cristo é a razão de tudo isso.
Desejar que Jesus seja o fundamento da vida é desejar UM FELIZ NATAL!
Feliz Natal é ter uma feliz experiência com Jesus, porque sem Ele, a vida não faz sentido.
Que todas as bênçãos já depositadas sobre sua vida através de Jesus venham não apenas na noite do Natal, mas durante toda sua vida.

Feliz Natal...

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Quem não tem pecado, atire a primeira pedra...



O que Jesus está dizendo neste texto é que todo mundo peca. Em geral, pecamos “gostosamente”. Alguns alimentam algum remorso, alguma culpa. Mas, pecado é uma coisa comum a todos, que todo ser humano conhece e conhece muito bem. Por isso alguns teólogos vêem o ato de Adão e Eva em torno da árvore da vida não somente como um gesto de desobediência, mas principalmente como um impulso natural do próprio ser humano livre. O impulso de correr riscos, o que implica em acertar e errar. Quem sabe não estavam eles em busca da maturidade? De sair do paraíso infantil protegido e aprender a se virar por si mesmos no mundo real? Afinal, diria Adão, todo mundo tem o direito de fazer suas escolhas, correr seus riscos, mesmo que isso implique em pecar.
O problema foi a conseguência. A condenação. O castigo.
Na minha infância ouvi falar muito sobre pecado, Adão, diabo, serpente, inferno. Parece que a culpa é a especialidade mais forte da religião.
Hoje, penso que a minha noção de culpa se refere a noção de desempenho, mérito, da ação, da realização muito comum em nossa sociedade de consumo e infelizmente, em nossos relacionamentos.
Por isso não acredito nessa noção teológica da lei da retribuição, ou lei da semeadura, como queiram chamar.  Vejo várias pessoas defendendo e vivendo com base nessa teologia, como quem confia em si mesmo. O menos preparado, o menos inteligente, o menos indicado, o que não tem méritos não serve. As pessoas colocam essa “verborréia” de lei da semeadura em seus discursos religiosos, e se colocam a serviço da vaidade, da competência. Essa teologia representa nossa sociedade darwiniana, onde só os fortes e bons sobrevivem.

Pense comigo: se Deus operasse com base em retribuição, o que seria de nós? O que poderíamos esperar como troco pelo nosso pecado? Jamais Deus em sua graça escolheria agir com base nessa lei. Que bom que é assim. Que bom que existe Graça. Que bom que não recebemos o que plantamos. Que bom que estamos salvos, apesar de nós.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Falando sobre fumo, álcool e violência. Muitos casos fantásticos de superação...



Vídeo...







http://youtube/WyEx8bc8dkQ

Entrevista para TV...





MS Record - Em tempo de quaresma teólogo explica a importância do Jejum

http://youtu.be/l9XjlKiXloU

Alguém me conhece...


Sempre me questionei muito sobre quem eu sou.

Também, sempre soube que essa questão é fundamental para encarar a adversidade, lutos, perdas, sofrimento. Será que me conheço? Será que sou o que vejo nas fotografias?
A questão maior não é o que eu penso sobre mim mesmo, mas o que Deus pensa e vê em mim. Não importa o que sei, mas o que Ele sabe. Deus me conhece. Isso é o mais importante. No entanto, mais significativo ainda, é eu saber que Ele sabe quem eu sou.
Sou singular, identificável, pessoal, tenho identidade. Há em mim uma combinação única de fatores genéticos e históricos tão variáveis que não se pode repetir e o único que sabe tudo isso é Deus.
Nem eu mesmo me conheço. Sei que sou alguém, mas não sei quem sou. Isso porque aprendi cedo a usar máscaras. Em casa lugar, em cada relação, em cada situação, em cada contexto, usei máscaras a depender do propósito e ambiente. Aprendi a usar máscaras muito bem. O problema é que se alguém usar máscaras o tempo todo, ela se transforma no rosto.
Daí a confusão enorme em todos nós de saber quem somos. Aparecemos pouco porque usamos demais as máscaras.
É difícil ser verdadeiro porque no fundo, sequer sabemos quem somos. Fomos plasmados pelo ambiente, pais, contexto. Perdemos a noção de quem realmente somos.
Por isso penso que a vida é uma busca pela identidade, a isso chamamos de FELICIDADE. Queremos o tempo todo liberdade para ser aquilo que realmente somos.
No fundo, só Deus pode me dar a responda a pergunta: quem eu sou. Só Ele pode dizer como é que eu me tornei o que sou.  Só Deus pode me dizer por que tenho medos, angústias, temores, patologias, porque as coisas aconteceram na minha história que marcaram minha interioridade e que levaram a ser o que sou.
Eu escondo a história que começou no ventre materno. E, nessa minha história, o que mais determina não são as coisas boas, pelo contrário, são as coisas que eu vivi num quarto escuro e o máximo que eu consigo, é fechar a porta e decidir tentar viver fingindo que aquilo nunca aconteceu. Vivemos fugindo da memória. Revisitar a história traz muita dor. Mas, o que aconteceu lá, determina quem eu sou.
Aí, Deus me dá a opção de viver fugindo do passado escuro, mas se oferece para revisitar conosco nosso quarto. Ele quer pegar na mão e levar-nos lá, abrir a janela, limpar, deixar o sol entrar, buscar pessoas, me arrepender, pedir e oferecer perdão. Deus sabe quem eu sou, o que estou vivendo, sentindo e sabe por que eu me tornei o ser que eu sou hoje.
Somente diante de Deus posso reescrever a minha história. Isso independe do passado porque o tempo todo Ele esteve ao meu lado, como parceiro e meu Pai.  Só posso descobrir quem realmente sou numa relação com Ele que está a minha disposição para me ajudar. Ele quer que eu descubra em liberdade para escrever nele a minha história e o meu caminho.


Finitude...





O mundo que habitamos é finito. O tempo todo lidamos com a perecibilidade. Mas apesar desse claro fato, o que mais desejamos é a negação dessa finitude porque estamos tão imersos no mundo que não percebemos que estamos aqui de passagem. Tentamos tornar nossa existência “suportável” fugindo do que possa significar morte, perda, luto. Se pensarmos muito na morte, a vida fica inviável. E, Segundo Platão, a vida existe a partir do que se pode conhecer. Nossa condição humana se dá a partir do que podemos pensar, racionalizar. O mundo, a existência e a vida são para nós o que podemos conhecer. Por isso, só pensamos na morte a partir do que experimentamos da morte dos outros, ai podemos meditar sobre a nossa. 
Acredito que essa compreensão de finitude nos leva a: 1) responsabilização do que seja a vida. Ela é curta, breve, rápida demais. Devemos amá-la e vive-la ao máximo sabendo que ela é única; 2) buscarmos uma interpretação correta das coisas, do mundo. Contemplar a beleza da vida, dos outros, do universo e principalmente amarmos pessoas e usarmos as coisas e não amarmos as coisas e usarmos as pessoas; 3) viver cada momento como um chamado a liberdade, alegria, contentamento. Se você perguntar-me o que é felicidade, eu diria que felicidade é viver sendo quem é, aceitando-se e sem máscaras; 4) Aprender a morrer não significa ser pessimista, mas entender a finitude, deixando que esse senso de perecibilidade nos ensine a viver melhor.